São Paulo, 19 de Maio de 2021

Nossa sanidade é colocada a prova diariamente nesse tempo de pandemia.
Nós somos seres únicos, pensantes, que podemos criar nossas próprias conclusões. Mas essas conclusões não veem “do nada”. Elas são formadas pelo que lemos, pelo que escutamos, pelo que vemos, pelo que sentimos. São nossos sentidos que nos guiam para que criemos nossas conclusões. Até o que “cheiramos” e o que “experimentamos” influenciam em nossas conclusões.
Quase todos esses estímulos são externos. São entregues para nós. Aí é que mora nosso problema. Nessa casa onde tudo nos é mostrado, tudo nos é entregue, não sabemos mais no que acreditar, no que confiar. Estamos a meses acreditando no discurso da “ciência”.
Na verdade, as premissas são simples:
– Existe uma nova doença que se espalha pelo ar.
– Não sabemos nada sobre ela. Não temos como dizer quem vive ou quem morre.
– Todas as pessoas mais idosas ou com algum tipo de comorbidade tem risco maior para essa ou para qualquer outra doença.
– Ficar em casa diminui as aglomerações. O vírus se espalha menos, mata menos gente, menos gente fica hospitalizada, dá mais tempo até as vacinas serem fabricadas e aplicadas.
– Quem precisa sair para trabalhar, deve sair, com todos os cuidados. São que que podem ficar em casa que devem ficar.
Mas nem essas premissas são respeitadas. Muitas delas são questionadas. Ou seja, a ciência e a lógica são colocadas a prova todos os dias.
Agora, Maio de 2021, mais de um ano de pandemia global, e vemos a situação no Brasil continuar caótica. E os políticos discutindo cargos e eleições. E roubando a rodo! E aqueles em quem confiávamos, que traziam “bases solidas e científicas”, mexem ao bel prazer em suas “normas” e “limites” para flexibilizar.
Jura? E querem que mantenhamos nossa sanidade em dia? Impossível!
Nesse momento a única forma de se manter um pouco melhor foi se afastar. Afastar de todo e qualquer telejornal. Evitar internet e televisão. Ver e escutar apenas “chamadas” e “manchetes”. Mas fazer de conta que é no Afeganistão, no Azerbaijão, ou longedaquistão!
Vou manter as premissas acima, pois além dos 5 sentidos, estou usando o 6º e o 7º, e vou me fiar neles! Até que tudo isso passe. E vai passar.
Vamos sair vivos dessa!
Foto de Rottonara / Pixabay